Ando a papar uma que não sabe o que quer. Toda ela é uma gigante incongruência, o que, aqui para nós, dá uma tusa do caralho. Um dia pede-me que a coma como um bárbaro, no outro exige que lhe dê traulitada civilizada. Tem mãos robustas, traseiro firme e maciço, mas pito frágil e uma boca delicada. Faz cara feia quando o guardanapo não é de linho, mas é capaz de mijar num canto qualquer. Na última vez que estivemos juntos, disse das coisas mais deliciosas que já ouvi:

"Sabes o que é que eu gostava de ter na cona? Um aviso a dizer 'tratar com carinho'"

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